
Além disso, é a prova irrefutável que desmascara aquela teoria ultrapassada de que as mulheres não devem levantar pesos porque crescem, ficam como Schwarzenegger e depois tudo cai, tornando-se pele gorda e flácida.
Que JLo tenha agora, aos 52 anos, um corpo melhor do que aos 30 é uma realidade. Porque ela trabalha duro e muito também. Que amamos sua imagem de uma mulher forte e saudável. Claro. Mas daí a nos tentarmos rever nele, existe um mundo.
Não, não somos nem Jennifer Lopez, nem Cindy Crawford, nem, importa quantos elixires bebamos, chegaremos aos portões dos anos 60 como os media mostram que Elle Mcpherson chegou, sem que a menopausa tenha feito um estrago que seja, na cintura ou no cabelo.
E o problema não é não nos cuidarmos como deveríamos, que não comemos bem ou que não praticamos desporto. Nem que a nossa genética seja muito pior que a delas.
É que, por trás desta aparência de juventude sólida e eterna que todas estas estrelas nos vendem, há muito mais do que um estilo de vida saudável em que, claro, estão incluídos exames médicos periódicos que servem para projectar planos alimentares, suplementos nutricionais e tratamentos. Tudo a jogar num cenário absolutamente inatingível para os comunistas mortais: a última geração de tratamentos de beleza.
Posto isto, viva a JLo, viva a Elle, adoramos mulheres fortes e giras, mas nem todas podemos ser como elas. Tentamos o melhor que sabemos, mantendo um espírito jovem!
